Imagem de homem ministrando a palestra "Como fazer o balanço de trabalho e vida"

Como fazer o balanço de Trabalho-Vida funcionar

Nigel Marsh é mais conhecido por suas atividades criativas. Além de autor de três livros – “Fat, Forty and Fired”, “Overworked and Underlaid” e “Fit, Fifty and Fired-Up” -, ele também é co-fundador da Earth Hour e fundador da Sydney Skinny.

Resumo

Nigel costumava ser um “guerreiro corporativo” – trabalhando e comendo demais e negligenciando outros aspectos da vida. Ele tirou um ano de folga e, quando voltou, estudou e lutou com o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. E o que ele aprendeu?

  1. Precisamos de uma discussão honesta sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. No entanto, alguns empregos parecem incompatíveis com o envolvimento diário com uma família jovem. Flexi tempo e sextas-feiras casuais não fazem o suficiente para corrigir esse problema.
  2. Governos e corporações não resolverão esse problema para nós. Precisamos assumir a responsabilidade pelo tipo de vida que queremos levar e por estabelecer os limites da nossa vida. Até mesmo as boas empresas tentarão tirar o máximo de você da maneira que puderem.
  3. Precisamos ter cuidado com os prazos em que atingiremos nossos limites de vida profissional. Precisamos ser realistas sobre quais atividades pessoais podemos fazer em um dia de trabalho ideal, mas não podemos cair na armadilha de atrasar tudo até que nos aposentemos ou até que nossos filhos cresçam.
  4. Precisamos abordar o equilíbrio de maneira equilibrada. Algumas pessoas vêem o equilíbrio como uma habilidade para ir ao ginásio mais. Precisamos ter tempo para satisfazer todas as nossas necessidades físicas, espirituais, intelectuais e emocionais. Isso pode ser assustador, mas as pequenas coisas importam.

Não precisamos melhorar completamente nossa vida, e se todos começarem a fazer pequenas mudanças, poderemos alterar nossas definições de sucesso (longe de “quem morrer com mais dinheiro ganha”).

Milhares de pessoas atualmente estão silenciosamente gritando desesperadas, longas horas difíceis em trabalhos que detestam para comprar coisas que não precisam para impressionar pessoas de quem não gostam.

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